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Qualidade de vida pede boas práticas

Alimentação adequada e exercícios físicos formam a combinação ideal para melhorar a saúde do corpo da mente

por Carolina Brasil

Publicado em 2 de janeiro de 2020 às 09:00
Atualizado em 18 de agosto de 2020 às 09:26
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Imagem ilustrativa | Reprodução Pixabay

Já não é novidade que aliar atividades físicas a uma dieta equilibrada traz inúmeros benefícios à saúde humana. Contudo, para que o resultado aconteça, é preciso sair da teoria e partir para a prática. Fácil? Não. Possível? Sim! 

Vale lembrar que, quando se fala em exercícios, é importante destacar que os benefícios se estendem não apenas ao corpo, como redução de peso e medidas, mas também a mente. Pesquisas já demonstraram que essa prática eleva os níveis hormonais responsáveis por melhorar o humor, controlar a ansiedade e o nervosismo, além de trazer mais autoconfiança. 

E, como na famosa frase “Que o teu alimento seja o teu remédio”, do médico e filósofo grego, Hipócrates, conhecido como pai da medicina ocidental, o alimento também reflete diretamente na saúde, para o bem ou para o mal. Isso quer dizer que, a curto, médio e longo prazos, a qualidade de vida está muito relacionada com a alimentação. 

Prova disso são os inúmeros exemplos de pessoas que viram a vida se transformar após adotarem novos e melhores hábitos alimentares, com a opção por comidas mais saudáveis, menos industrializados e livre de substâncias prejudiciais, atrelados também à atividade física. Todos encontraram uma motivação para mudar, entre elas, a vontade de viver bem e melhor. 

“Há mais de 15 anos venho me conscientizando sobre como os produtos industrializados fazem mal, mas durante esse tempo não havia tomado nenhuma atitude. Essa situação e casos de obesidade na minha família acenderam um alerta, passei a adotar novos hábitos. Perdi 15 kg e, nessa conquista, a alimentação foi a grande responsável. Meu lema é não fazer dos dias como se todos fossem o ‘domingo’ (quando nos permitimos alguns exageros). Costumo ler muito sobre os alimentos que consumo e, a partir disso, fazer as minhas escolhas.” – Roseli Fonseca, empresária 

“Sempre fui magro e com a rotina atribulada não via espaço para atividade física e a alimentação não era das melhores. Cheguei aos 91 kg e o sobrepeso me incomodou muito. Recebi um convite para um desafio e foi o grande choque que precisava para mudar meus hábitos alimentares, de exercício, da própria rotina profissional e pessoal. Eu vi que é possível viver melhor, ter mais qualidade de vida e, principalmente, que somos responsáveis por isso. Não são os outros ou a rotina. Depois de perder 6 kg, minha meta são os 80 kg.” – Renan Alves, fotógrafo 

“Aos 56 anos me vi com excesso de peso em uma vida sedentária. Tentei diversas atividades físicas e não me adaptei até conhecer o crossfit. Porém, a perda de peso não acontecia, foi quando decidi procurar ajuda profissional. Mudei meus hábitos alimentares e tudo começou a de fato refletir no meu corpo e na minha saúde. O meu desempenho físico melhorou muito e faço atividades que antes pareciam impossíveis. Às vezes pensamos que é impossível abrir mão de determinados alimentos, mas descobrimos outros e percebemos que tudo é uma questão de força de vontade.” – Maria Antônia dos Santos, autônoma 

“Como hipertenso, consegui controlar minha pressão arterial de forma muito mais eficaz após, aos 39 anos, adotar novos hábitos alimentares e de práticas físicas. Essa melhora e a mudança na qualidade de vida significaram muito mais do que os oito quilos que deixei para trás. Tudo começou quando entrei em um desafio para acompanhar minha esposa, e toda turma me incentivou muito. Volteia praticar atividades físicas depois de muito tempo sedentário, aprendi a me alimentar de forma saudável e a manter uma dieta equilibrada. E tudo isso se tornou uma rotina prazerosa de fazer.” – Rafael Duarte, médico pediatra 

“Cheguei aos 42 anos com 114 quilos e a saúde debilitada, pois não conseguia nem subir uma ladeira sem me sentir exausta ou quase incapaz. Busquei a atividade física, mas ainda não conseguia perder peso e me sentir bem, faltava alguma coisa. Foi aí que conheci um método de nutrição e exercícios que serviu de impulso para mudar minha forma de comer. Retirei guloseimas, frituras, carboidratos em excesso e refrigerante, por exemplo. Encontrei uma prática que combina comigo e, agora, pesando 80 kg, me sinto muito mais rejuvenescida.” – Arialda Rodrigues Oliveira, dona de casa 

“A proximidade dos 40 anos me fez repensar minha vida e meus hábitos. Estava obesa ao ponto de não conseguir brincar com minha filha ou subir os dois lances de escada do prédio onde moro. Passei a vida tentando emagrecer e sempre ia pelo caminho mais fácil, remédios e jejuns, mas sem resultados duradouros. Decidi, então, buscar saúde e qualidade de vida. Procurei uma nutricionista e comecei a fazer circuito funcional na praia, não foi fácil, mas com os resultados aparecendo não quis mais parar. Hoje, vivo bem, com 26 kg a menos e firme para me manter, sem neuras e me permitindo ser feliz.” – Aline Couto, jornalista 

“Mudar os hábitos, melhorando a alimentação e praticando exercícios, é mais do que a busca por perder peso. Inicialmente, esse era o meu objetivo. Porém, com a disciplina, adquiri mais consciência, dar mais atenção às minhas escolhas e ganhei disposição para melhorar outros aspectos da minha vida, como estudos e espiritualidade, por exemplo. Com relação ao peso, alcancei a minha meta e, agora, uso todo aprendizado para manter, sem deixar de me permitir. Acredito que essa disciplina foi a chave para conquistar a qualidade de vida que tanto queria.” – Ranessa Braga, empresária 

“Comprando roupas cada vez maiores e com dificuldades para ações simples do dia a dia, decidi que mudaria esse cenário. O caminho que escolhi foi basicamente o da reeducação alimentar. Retirei do meu cardápio opções muito calóricas, gordurosas, açúcar e carboidratos industrializados. Perdi cerca de 20 quilos em quatro meses sem passar fome, apenas com boas escolhas. E os resultados foram além dos números, com melhoras na saúde, fim de episódios de pressão ligeiramente elevada e dores de cabeça. Aprendi que a minha mente também estava acima do peso e que a questão psicológica é muito importante para não perder todo esforço, educar os hábitos e a mente também.” – Marcelo Marcos de Carvalho, empresário 

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