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Por aí

Larissa Castro é jornalista e, antes mesmo de garantir o diploma em 2019/2, ela se via com o instinto para a profissão. Apaixonada pelo viver e por novas histórias, nossa repórter está sempre entre amigos, ou em algum momento familiar. Trabalhar é prazer na vida da Lari, como também é chamada. Mas, como todo mundo tem direito ao descanso, são nessas brechas que ela passeia, viaja e retorna com a mala cheia de sonhos! Mesmo que ainda com pouca coisa vivida, agora, ela compartilha nesse espaço tudo o que pode ser revelado! E para agregar, vez ou outra você poderá acompanhar a experiência e o conhecimento dos entrevistados. De um jeito ou de outro, você vai amar. Vem com a Lari!

‘Por Aí’ convida: minha primeira viagem sozinha à Nova Zelândia

Publicado em 25 de setembro de 2020 às 16:55
Atualizado em 25 de setembro de 2020 às 16:55
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por Alexia Mariano

Minha primeira viagem fora do país foi para fazer um intercâmbio na Nova Zelândia, também foi a minha primeira viagem sozinha. Fiquei deslumbrada com cada pequeno detalhe, começando pelo aeroporto, foi algo completamente novo para mim e muito distante da minha realidade, até mesmo pelas condições financeiras. Mas, sempre tive vontade de viajar o mundo inteiro, e pela primeira vez eu estava sentindo esse sonho cada vez mais perto. Ainda há muitos países para visitar, mas cada viagem que você faz; cada lugar e cultura que conhece é como se o mundo inteiro estivesse dentro de você.

Foto: Aléxia Mariano

O sentimento de viajar sozinha pela primeira vez

Me senti insegura – tive medo – afinal estava indo sozinha e eu não sabia falar inglês, achei que eu não conseguiria sair nem do aeroporto (sério! Risos). Então, resolvi abraçar a oportunidade, pois sabia o quanto isso iria me ajudar lá na frente. Eu não tinha tanto o hábito de viajar pelo Brasil, somente com os amigos ou com a minha família, porém nessas minhas viagens para fora, tive imensas oportunidades de viajar por lá, e adquirir muitas experiências, aprendi a fazer viagens incríveis e gastando pouquíssimo dinheiro. Eliminei as barreiras de nunca ter viajado sozinha, saí da minha zona de conforto e fui seguir meu sonho. E vou te falar uma coisa: viajar sozinha é bom, e vicia.

Foto: Aléxia Mariano.

Primeira experiência: mala extraviada

Quando cheguei ao país descobri que minha mala havia sido extraviada. Fiquei 8 dias sem mala, na casa de pessoas desconhecidas, porém eles foram super amorosos e me ajudaram a resolver tudo, afinal eu não sabia falar inglês. Mas, o que me salvou foi eu ter tirado uma foto da minha mala antes de despachá-la (fiquei com medo de confundir ela com outras malas), e acredite, minha mala só foi encontrada por causa dessa foto. Para minha sorte, tem um dia na Nova Zelândia que tudo entra na promoção depois do natal (26/12) o nome é “Boxing Day”.

Como contratei o Seguro de Viagem, recebi U$350,00 dólares americanos para comprar roupas, calçados e produtos de higiene pessoal, deu aproximadamente NZ$544,00 dólares neozelândes, e daria mais ou menos R$1.441.00 reais. Com isso, consegui comprar várias roupas e tênis com essas promoções do Boxing Day. Fiquei super feliz, pois não viajei com o intuito de fazer compras, nem nada do tipo. Meu dinheiro era apenas para ter teto e não passar fome (Risos!).

Foto: Aléxia Mariano.

Viajar muito, gastando menos

Uma coisa é certa: Quem converte não se diverte.

Essa foi a frase que mais ouvi durante as viagens, pois sempre ficava convertendo os dólares em reais na minha cabeça, e com isso deixava de aproveitar muitas coisas. Se você está com dólares, pense que está gastando dólares e não reais. O planejamento financeiro é bastante importante, eu demorei muito para aprender isso. Já aconteceu de eu fazer uma viagem e ficar sem dinheiro para o resto da semana, passei um leve perrengue, mas valeu a pena.

Economize com a comida

Fazer sua própria comida sai muito mais barato do que comer em restaurantes.

Na Nova Zelândia é muito comum ver pessoas levando comida para as praias, parques e também se reunirem para piqueniques. No Brasil, isso é considerado “farofa”, mas lá é cultural, então podemos vivencia-la (Uhul! Risos). Compre frutas, ingredientes para fazer sanduíche natural, e prepare seu próprio lanche, foi assim que eu gastei apenas NZ$36,00 dólares em uma viagem de um final de semana para Waitoetoe que fica uns 330km de distância de Auckland, a cidade em que residi.

Ficamos em um “camping free”, porém sem estrutura. Não tinha chuveiro, nem banheiro; somente uma torneira que usamos para beber água. No caminho, fomos a um pequeno mercado onde compramos os materiais para fazer sanduíches naturais, só gastamos com a gasolina pois um dos nossos amigos tinha carro, então dividimos em 5, no total, gastamos NZ$36,00 com alimentação e comida. A viagem foi minimalista e incrível.

Por fim, há diversas possibilidades de viajar muito gastando menos dinheiro, porém já adianto que não é fácil e nem um mar de rosas. Às vezes será necessário abdicar de certas coisas, inclusive do conforto, como por exemplo: dormir no carro (já rolou várias vezes), deixar de comer em um restaurante legal, visitar um ponto turístico caro da cidade para ir a um lugar pouco conhecido (porém paradisíaco), entre várias outras coisas. Mas, vale a pena se arriscar.

Beijos de luz,

Aléxia Mariano.

Sobra Aléxia Mariano

Aléxia é formada em Jornalismo, trabalha como Radialista na Rádio Cidade, apresenta o programa Cidade do Reggae, e após se aventurar na Austrália e Nova Zelândia, passou a ser ainda mais apaixonada por aventuras! Parte das histórias dela, você confere no instagram @alexiamariano7

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